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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O broto de Algodão que nasceu na Lua, em experimento chinês, morreu!

Infelizmente não durou muito, pois o pézinho de algodão que havia nascido na mini-bioesfera de experimento chinês morreu.

Semente de algodão germinado em mini biosfera em experimento chinês no lado oculto da Lua


As sementes de algodão que brotaram no lado oculto da Lua, em um recipiente lacrado a bordo de uma sonda chinesa, morreram.

A agência de notícias estatal Xinhua informou na terça-feira (15) que o "experimento terminou", o que significa que a plantinha teve pouco tempo de vida no satélite natural terrestre.

A missão chinesa Chang'e 4 foi a primeira a chegar ao lado oculto da Lua e também a pioneira na germinação de qualquer tipo de material biológico por lá. Vale lembrar que astronautas já conseguiram isso na Estação Espacial Internacional, mas não em outra superfície que não a da Terra.

A mini biosfera montada pelos chineses continha, além de algodão, sementes de colza, batatas e Arabidopsis, combinadas com ovos de moscas de fruta e leveduras.

Apenas as sementes de algodão germinaram, o que já foi um acontecimento inédito.

Xie Gengxin explicou por que as outras espécies foram enviadas para a Lua.

O teste com vegetais como as batatas partiram da lógica que elas podem ser uma fonte essencial de alimentação para futuros viajantes do espaço - o filme (e livro) "Perdido em Marte" utilizou essa tese.


Já as Arabidopsis são plantas pequenas com um período de crescimento rápido. Xie ainda argumentou que as leveduras serviriam para regular o dióxido de carbono e oxigênio na mini biosfera.

No último domingo, a sonda da missão Chang'E-4 entrou no "modo soneca", que durará até o final da noite lunar, quando a temperatura pode chegar a -170ºC. Por causa desse procedimento, o experimento com as plantas foi encerrado.

A vida no contêiner (da mini biosfera) não sobreviveria à noite lunar
Xie Gengxin

A CNSA (agência espacial chinesa) informou que "os organismos vão se decompor gradualmente no contêiner e não afetarão o ambiente lunar".



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Este Artigo foi copiado de Não durou! Algodão que nasceu em sonda chinesa na Lua já morreu, publicado na quarta-feira, 16 de janeiro de 2019, às 14h:10min, com referências a Moon sees first cotton-seed sprout, publicado na terça-feira, 15 de janeiro de 2019, às  13h:06min:33seg e  China Xinhua News - Seedlings in space! First-ever cotton plant on the Moon growing in #ChangE4 mini biosphere, publicado na segunda-feira, 14 de janeiro de 2019, às 22h:07min.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Em experimento histórico, Agência Espacial Chinesa (Administração Espacial Nacional da China [AENC]) consegue fazer uma planta nascer na Lua

É oficial: existe vida fora da Terra. A bordo do módulo Chang'e-4, da China, na superfície lunar cinzenta e empoeirada, um pequeno broto verde surgiu em um grande salto para exploração espacial. A China fez história, mais uma vez, germinando com êxito uma semente de algodão no outro lado da Lua, marcando a primeira vez que qualquer matéria biológica foi cultivada na superfície de um outro astro.

Semente de algodão germinando na Lua


Chang'e-4, em homenagem à deusa chinesa da Lua, conseguiu o primeiro pouso suave no outro lado do nosso satélite em 2 de janeiro de 2019. Ele já retribuiu algumas imagens incríveis dessa paisagem relativamente inexplorada, mas agora a China está avançando com o primeiro experimento de biosfera na Lua.

A semente da planta de algodão germinou dentro de uma vasilha hermética a bordo da sonda Chang'e-4. O recipiente também contém ar, solo e água, além de sementes para flores de colza, batata e Arabidopsis. Ele ainda detém uma amostra de levedura e ovos de bicho-da-seda.

As sementes ficaram dormentes durante a viagem de Chang’e-4 à Lua. No dia seguinte ao do pouso, em 3 de janeiro, o centro de controle deu início à rega das plantas e iniciou o experimento pioneiro. O interior da “biosfera” é monitorado com duas câmeras ligadas a um sistema de controle de calor. Até agora, as câmeras mostram apenas a germinação da semente de algodão, mas a equipe ainda está esperando que os outras também ganhem vida.

A esperança é que as plantas cresçam e emitam oxigênio, alimentando os bichos-da-seda, que por sua vez exalará dióxido de carbono, fornecendo resíduos para alimentar as plantas.

“Demos consideração à futura sobrevivência no espaço. Aprender sobre o crescimento dessas plantas em um ambiente de baixa gravidade nos permitiria estabelecer as bases espaciais”, disse o professor Xie Gengxin, o principal cientista do experimento.









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Este Artigo foi copiado de PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA, CHINA FAZ PLANTA NASCER NA LUA, publicado na terça-feira, 15 de janeiro de 2019 e que foi uma adaptação do artigo original China Has Just Sprouted A Plant On The Far Side Of The Moon do Site IFLScience.

domingo, 26 de julho de 2015

Evolução da Inteligência Artificial preocupa cientistas



O alerta está dado! Será que corremos o risco de assim como em alguns filmes, sermos dominados e controlados por robôs? Ou viveremos pacificamente com máquinas inteligentes entre nós, caminhando na mesma calçada? A preocupação não é só dos grandes futuristas. Recentemente, quando o Google comprou a DeepMind, uma empresa de Inteligência Artificial baseada na neurociência, as duas empresas criaram um conselho de ética e segurança para garantir que essas tecnologias sejam desenvolvidas sem oferecer qualquer risco aos seres humanos. Assim esperamos.



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Este Artigo foi copiado de Evolução da Inteligência Artificial preocupa cientistas, publicado na quinta-feira, 25 de julho de 2015, às 19:00h, no Site Olhar Digital.

domingo, 14 de dezembro de 2014

NASA revela o rover que estará na missão Marte 2020


A NASA decidiu quais instrumentos que irão com o robô na missão Marte 2020. Ele será equipado com sete instrumentos científicos que foram selecionados entre 58 propostas apresentadas por pesquisadores de todo o mundo.

As escolhas foram baseadas de acordo com o potencial de como os seres humanos poderão sobreviver com recursos extraterrestres naturalmente disponíveis, e também na possibilidade de descobrir qualquer perigo vindo da poeira marciana para os futuros exploradores humanos que forem ao planeta vermelho.

Sete instrumentos que custam mais de US$ 100 milhões

Um dos instrumentos científicos é chamada “Mastcam-Z”, tratando-se de uma câmera com capacidades panorâmicas, estereoscópicas e de zoom. Outro, chamado de “SuperCam”, poderá analisar a composição mineral e química das rochas. O “Planetary Instrument for X-ray Lithochemistry (PIXL)” poderá determinar a composição elementar de minerais da superfície.

O robô da missão Marte 2020
O “Scanning Habitable Environments with Raman & Luminescence for Organics and Chemicals (SHERLOC)” usará raios ultravioleta para detectar compostos orgânicos, enquanto o “Mars Oxygen ISRU Experiment (MOXIE)” tentará produzir oxigênio a partir de dióxido do carbono presente em Marte.

Outra ferramenta, a “Mars Environmental Dynamics Analyzer (MEDA)” vai monitorar as condições ambientais do planeta, e, finalmente, o “Radar Imager for Mars' Subsurface Exploration (RIMFAX)” vai ser equipado com um radar de penetração de solo, que vai informar o que está abaixo da superfície do planeta.

"Marte tem os recursos suficientes para ajudar a dar suporte à vida, o que pode reduzir a quantidade de provisões que as missões tripuladas terão que levar", afirmou William Gerstenmaier, encarregado das emissões tripuladas da NASA.

Todos estes equipamentos vão custar US$ 130 milhões para serem No entanto, antes de a NASA iniciar a missão Marte 2020, a agência ainda precisará passar pela missão InSight, que vai explorar o interior de Marte em 2016.

Além disso, a agência ainda precisa encontrar uma maneira de manter a comunicação entre os planetas, se desejar que o novo robô seja capaz de transmitir dados de volta para a casa.


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Notícia adaptada do original NASA revela o rover que estará na missão Marte 2020, publicado em 01/08/2014 no site TecMundo.

sábado, 10 de maio de 2014

Einstein e Eddington (2008)


Sinopse:
A história começa em 1919 com a expedição do cientista inglês Arthur Eddington à Ilha do Príncipe na África Ocidental, para fotografar um eclipse solar. Logo em seguida há um recuo até 1914, quando Eddington é indicado a chefe de astronomia da Universidade de Cambridge. O país está na I Guerra Mundial, mas o cientista não vai para a luta em razão da sua religião (ele é Quaker). Seu superior, Sir Oliver Lodge, fala-lhe  que os inimigos alemães estão interessados no trabalho de um jovem cientista nascido naquele país chamado Albert Einstein e pede para que descubra do que se trata. Eddington vai à biblioteca e lê sobre a Teoria da Relatividade, a qual percebe que pode superar a mecânica clássica criada por Isaac Newton. Enquanto isso, Albert Einstein é um professor na Suíça que é convencido pelo seu compatriota Max Planck a voltar para seu país natal e se integrar à Academia Prussiana de Ciências. Einstein deixa a família em Zurique e parte para Berlim, onde ao se instalar começa um romance com sua prima Elsa. Einstein tenta resolver o problema da sua Teoria da Gravidade ao mesmo tempo que fica indignado com seus colegas cientistas que estão engajados na Guerra, desenvolvendo armas tais como o gás venenoso produzido por Fritz Haber. Ele não consegue mais progressos até que recebe uma carta de Eddington, perguntando-lhe sobre a órbita de Mercúrio, a qual não se comportaria exatamente de acordo com os cálculos de Newton, ao contrário de todos os outros planetas do Sistema Solar. A correspondência entre os dois cientistas os coloca em perigo, pois tanto as autoridades inglesas, quanto as alemãs proíbem quaisquer contatos entre as pessoas dos dois países em guerra.

Elenco:
Alemanha
  • Albert Einstein (Andy Serkis)
  • Mileva Einstein (Lucy Cohu)
  • Elsa Einstein (Jodhi May)
  • Max Planck (Donald Sumpter)
  • Hans Einstein (Callum Williams)
  • Eduard Einstein (Jacob Theato)
  • Fritz Haber (Anton Lesser)
  • Leopold Koppel (John Bowe)
  • Tia Fanny (Kika Markham)
  • Tio Rudolf (Philip Whitchurch)
Reino Unido
  • Arthur Eddington (David Tennant)
  • Oliver Lodge (Jim Broadbent)
  • Winnifred Eddington (Rebecca Hall)
  • Frank Dyson (Richard McCabe)
  • Bibliotecária (Lucy Briers)
  • HH Turner (Paul Brooke)
  • Menino que atira pedra (Oliver Hall)
  • William Marston (Patrick Kennedy)
  • Herr Müller (Christopher Campbell)
  • Frau Müller (Caroline Gruber)
  • Agnes Müller (Eleanor Tomlinson)
  • Jogador de tênis (Ben Uttley)
  • Homem com pena branca (Richard Graham)

Informações Técnicas:
Título Original..................: Einstein and Eddington
Site Oficial.......................: BBC - Press Office - Einstein And Eddington
País de Origem................: Reino Unido / EUA
Lançamento.....................: 2008
Duração Média................: 1 hora e 30 minutos
Direção...........................: Philip Martin
Idioma Audio...................: Inglês
Legenda...........................:Português

Curiosidades:
Apesar de não mostrado, fotos do eclipse solar visto em Sobral, Ceará no nordeste do Brasil além das de Príncipe foram levadas como provas de Eddington para apoiar a teoria de Einstein e suas predições da Lente gravitacional, apesar de no filme apenas ser mostrada as da expedição africana.

Moffat comete liberdades artísticas com esse fato, mostrando-o como um romance na época da Guerra, quando na verdade a relação iniciou-se em 1912. — Highfield 1993, p. 147


Screens shots:  



Filme Completo



Comentário de Kapivara no SWTOR: E pensando que alguns postulados de Max Planck perturbaram-me tanto na minha época de universidade :D e nunca imaginei que para sair a teoria da relatividade, quase Einstein perdeu tudo, inclusive a vida e que só se tornou famoso por conta da curiosidade de um outro jovem cientista a milhares de quilômetros de distância de um país inimigo em tempos de guerra... História muito bonita, vale a pena assistir.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Saiba como a eletricidade sem fio pode mudar nossas vidas



A infinidade de fios plugados nas tomadas que nos cercam por todos os lados estão com os dias contados! Uma nova tecnologia que promete distribuir energia elétrica sem a necessidade de fios já é realidade e está prestes a fazer parte do nosso dia a dia.

A ideia surgiu em 2002, quando um físico do Instituto de Tecnologia de Massachussets acordou no meio da noite incomodado com os “bips” do celular que acusava bateria fraca. Olhando ao redor, ele viu algumas tomadas a poucos centímetros de distância, mas sem qualquer disposição para levantar da cama e procurar um carregador. Foi a partir dessa noite mal dormida que o físico resolveu ampliar sua pesquisa sobre ressonância magnética para criar um sistema de transmissão de eletricidade sem fios.

O brasileiro André Kurs é um dos idealizadores do projeto. Há 13 anos, ele mudou para os Estados Unidos para estudar no MIT e fez parte da pesquisa original do projeto desde o início. Hoje ele é um dos fundadores da WiTricity, a startup que desenvolveu e aperfeiçoou a tecnologia.

Em poucas palavras, a tecnologia transfere energia elétrica através de campos magnéticos que oscilam a altas frequências que variam de 100 mil a 10 milhões de vezes por segundo, dependendo da aplicação. O sistema funciona com duas bobinas: a primeira serve como fonte da eletricidade, enquanto a segunda capta a energia transmitida. O alcance do campo magnético varia conforme o tamanho das bobinas. Em uma aplicação para carregar o celular alcançaria pelo menos meio metro de distância.

"Nós tivemos que otimizar a estrutura dessas bobinas e a tecnologia funciona a distâncias proporcionais aos tamanhos das bobinas", diz Kurs.

Há aproximadamente 100 anos, o engenheiro croata Nikola Tesla pesquisou bastante sobre a transmissão de eletricidade sem fio. Mas a estratégia, segundo o pessoal da WiTricity, era bem diferente – claro, a tecnologia também. Resumo da ópera: o projeto de Tesla ficou esquecido por boa parte do último século.

A novidade anunciada pela startup pode representar uma verdadeira revolução no mundo da eletrônica. Nos últimos anos de pesquisa e desenvolvimento, eles diminuíram bastante o tamanho do sistema para poder embarcá-lo em dispositivos móveis como smartphones, tablets e notebooks. A tecnologia de alimentação sem fio também já foi testada em TVs e até carros elétricos. Aliás, indo um pouquinho mais longe, a tecnologia poderia possibilitar a construção de uma estrada cheia de ressonadores para carregar carros elétricos em movimento. Já pensou?!

O que reforça a hipótese são os parceiros da startup; que prometem mais novidades em breve. A Toyota, por exemplo, anunciou recentemente que vai integrar a tecnologia no modelo híbrido Prius a partir de 2015. Para integrar sua tecnologia em outros produtos, a WiTricity também trabalha com outras grandes montadoras como Audi e Mitsubishi e até com grandes empresas de tecnologia como a Intel e a Foxconn, empresa de Taiwan que fabrica praticamente todos os produtos da Apple.

Agora, será que tudo isso é seguro? Os inventores da transmissão de energia elétrica wireless garantem que seus produtos seguem normas e regulamentos internacionais que determinam limites sobre o grau de radiação que um ser humano pode ser exposto.

"Nós estamos muito abaixo dos limites de segurança. São os mesmos limites que fabricantes de celulares tem de obedecer. Segundo as normas aceitas internacionalmente, o sistema é seguro", diz o fundador da WiTricity.

Mais do que isso, a eficiência energética da tecnologia sem fio da WiTricity é de 90% em casos de alto nível de energia – como é o caso do carro elétrico. E no caso de um smartphone, por exemplo, essa eficiência cai um pouco, mas ainda assim fica na casa dos 80%. Ou seja, o consumo de energia pela tecnologia sem fio é um pouco maior, mas nada que pese muito no bolso. E se pensarmos no fim dos fios...essa equação se fecha facilmente.

Bom, como dissemos, o grande desafio agora é incorporar a tecnologia aos produtos do nosso cotidiano. Mas se crescemos e vivemos acostumados – e às vezes até chateados – com tantos fios, talvez as próximas gerações nunca mais tenham que plugar mais nada na tomada.

"Nosso sonho é nunca mais ter que recarregar nenhum aparelho seu. Você pode deixá-lo em cima da mesa, ou no bolso, mas nunca mais ter que pensar em colocar algo na tomada", completa André Kurs.

Comentários do Kapivara no SWTOR: Quem já estudou NR10 já deve ter ouvido, em algum momento, que era para manter distância da linha viva de alta tensão e o motivo é simples, que se pode receber um choque mortal sem precisar tocar nos cabos elétricos , tudo por causa do fenômeno da indução eletromagnética que seria, a grosso modo: A corrente elétrica ao passar pelo fio, gera campo magnético, e esse campo ao tocar em alguma bobina (uma pessoa é uma bobina para um campo muito forte) será convertido em corrente elétrica de novo e é por isso o perigo de se chegar perto de da linha viva, pois essa corrente forte advinda de um campo magnético poderá passar pelo fulano e zas, era uma vez...

Mas se controlado e na frequência correta, é um evento muito útil.

A tecnologia da eletricidade wireless não é nova, remonta do senhor Tesla (um visionário), mas como sempre foi muito complicado, agora que estão finalmente conseguindo avanços muito grande.

Espero que consigam e que, daqui a uns anos, seja como aparece no vídeo, tudo sendo carregado sem que percebamos e que os carros elétricos com autonomia "infinita" por serem carregados no ato do uso


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Artigo copiado de Saiba como a eletricidade sem fio pode mudar nossas vidas, publicado em em 19/04/2014 às 19:00h no site Olhar Digital.

Artigo também publicado em [SWTOR] Saiba como a eletricidade sem fio pode mudar nossas vidas no Fórum CCV Team, Seção SWTOR.