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quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

O broto de Algodão que nasceu na Lua, em experimento chinês, morreu!

Infelizmente não durou muito, pois o pézinho de algodão que havia nascido na mini-bioesfera de experimento chinês morreu.

Semente de algodão germinado em mini biosfera em experimento chinês no lado oculto da Lua


As sementes de algodão que brotaram no lado oculto da Lua, em um recipiente lacrado a bordo de uma sonda chinesa, morreram.

A agência de notícias estatal Xinhua informou na terça-feira (15) que o "experimento terminou", o que significa que a plantinha teve pouco tempo de vida no satélite natural terrestre.

A missão chinesa Chang'e 4 foi a primeira a chegar ao lado oculto da Lua e também a pioneira na germinação de qualquer tipo de material biológico por lá. Vale lembrar que astronautas já conseguiram isso na Estação Espacial Internacional, mas não em outra superfície que não a da Terra.

A mini biosfera montada pelos chineses continha, além de algodão, sementes de colza, batatas e Arabidopsis, combinadas com ovos de moscas de fruta e leveduras.

Apenas as sementes de algodão germinaram, o que já foi um acontecimento inédito.

Xie Gengxin explicou por que as outras espécies foram enviadas para a Lua.

O teste com vegetais como as batatas partiram da lógica que elas podem ser uma fonte essencial de alimentação para futuros viajantes do espaço - o filme (e livro) "Perdido em Marte" utilizou essa tese.


Já as Arabidopsis são plantas pequenas com um período de crescimento rápido. Xie ainda argumentou que as leveduras serviriam para regular o dióxido de carbono e oxigênio na mini biosfera.

No último domingo, a sonda da missão Chang'E-4 entrou no "modo soneca", que durará até o final da noite lunar, quando a temperatura pode chegar a -170ºC. Por causa desse procedimento, o experimento com as plantas foi encerrado.

A vida no contêiner (da mini biosfera) não sobreviveria à noite lunar
Xie Gengxin

A CNSA (agência espacial chinesa) informou que "os organismos vão se decompor gradualmente no contêiner e não afetarão o ambiente lunar".



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Este Artigo foi copiado de Não durou! Algodão que nasceu em sonda chinesa na Lua já morreu, publicado na quarta-feira, 16 de janeiro de 2019, às 14h:10min, com referências a Moon sees first cotton-seed sprout, publicado na terça-feira, 15 de janeiro de 2019, às  13h:06min:33seg e  China Xinhua News - Seedlings in space! First-ever cotton plant on the Moon growing in #ChangE4 mini biosphere, publicado na segunda-feira, 14 de janeiro de 2019, às 22h:07min.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Em experimento histórico, Agência Espacial Chinesa (Administração Espacial Nacional da China [AENC]) consegue fazer uma planta nascer na Lua

É oficial: existe vida fora da Terra. A bordo do módulo Chang'e-4, da China, na superfície lunar cinzenta e empoeirada, um pequeno broto verde surgiu em um grande salto para exploração espacial. A China fez história, mais uma vez, germinando com êxito uma semente de algodão no outro lado da Lua, marcando a primeira vez que qualquer matéria biológica foi cultivada na superfície de um outro astro.

Semente de algodão germinando na Lua


Chang'e-4, em homenagem à deusa chinesa da Lua, conseguiu o primeiro pouso suave no outro lado do nosso satélite em 2 de janeiro de 2019. Ele já retribuiu algumas imagens incríveis dessa paisagem relativamente inexplorada, mas agora a China está avançando com o primeiro experimento de biosfera na Lua.

A semente da planta de algodão germinou dentro de uma vasilha hermética a bordo da sonda Chang'e-4. O recipiente também contém ar, solo e água, além de sementes para flores de colza, batata e Arabidopsis. Ele ainda detém uma amostra de levedura e ovos de bicho-da-seda.

As sementes ficaram dormentes durante a viagem de Chang’e-4 à Lua. No dia seguinte ao do pouso, em 3 de janeiro, o centro de controle deu início à rega das plantas e iniciou o experimento pioneiro. O interior da “biosfera” é monitorado com duas câmeras ligadas a um sistema de controle de calor. Até agora, as câmeras mostram apenas a germinação da semente de algodão, mas a equipe ainda está esperando que os outras também ganhem vida.

A esperança é que as plantas cresçam e emitam oxigênio, alimentando os bichos-da-seda, que por sua vez exalará dióxido de carbono, fornecendo resíduos para alimentar as plantas.

“Demos consideração à futura sobrevivência no espaço. Aprender sobre o crescimento dessas plantas em um ambiente de baixa gravidade nos permitiria estabelecer as bases espaciais”, disse o professor Xie Gengxin, o principal cientista do experimento.









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Este Artigo foi copiado de PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA, CHINA FAZ PLANTA NASCER NA LUA, publicado na terça-feira, 15 de janeiro de 2019 e que foi uma adaptação do artigo original China Has Just Sprouted A Plant On The Far Side Of The Moon do Site IFLScience.

domingo, 26 de julho de 2015

Planeta Kepler-452b - O mais novo candidato a planeta mais parecido com a Terra

Concepção artística mostra o exoplaneta Kepler-452b, o primeiro com tamanho aproximado da Terra a ser encontrado em uma zona habitável (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle)

 Planeta Kepler-452b é 60% maior que a Terra e orbita a estrela Kepler 452.

Essa estrela é um pouco mais velha que o Sol (tem "só" 1,5 bilhão de anos a mais), tem a mesma temperatura, é 20% mais brilhante e possui um diâmetro 10% maior.

Os achados da quinta, 23/07/2015, foram publicados no periódico "The Astronomical Journal". Com a descoberta, aumentou para 521 o total de exoplanetas descobertos pelo satélite Kepler.

'Condições necessárias para a vida'
Em comunicado divulgado pela Nasa, Jon Jenkins, chefe do projeto do satélite Kepler, disse que a descoberta fornece uma oportunidade de entender e refletir sobre o ambiente em evolução da Terra.

"É inspirador considerar que esse planeta já vive há 6 bilhões de anos na área habitável dessa estrela, mais do que a Terra. Isso é uma oportunidade substancial para a vida surgir, devem existir todos os ingredientes e as condições necessárias para a vida existir neste planeta", afirmou o pesquisador. 

"[...] Devem existir todos os ingredientes e as condições necessárias para a vida existir
neste planeta"
Jon Jenkins, chefe do projeto do satélite Kepler


Além desse achado, foram descritos ainda outros 11 candidatos à planeta que também estão em zona habitável.

A busca de planetas similares à Terra é uma das maiores aventuras na pesquisa espacial, e embora já tenham sido detectadas centenas de planetas do tamanho do nosso e outros menores, eles circulam em órbitas próximas demais de suas estrelas para que haja água líquida em sua superfície. 

Comparação feita pela Nasa mostra o Sol e a Terra (à esquerda) e a estrela Kepler-452 com o planeta Kepler-452b (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle)

Comparação entre os Sistemas Kepler-452, Kepler 186 e o Sistema Solar feita pela agência espacial americana, a Nasa (Foto: NASA/JPL-CalTech/R. Hurt)





Comentários do Kapivara no SWTOR: Dia 17 de abril de 2014 a NASA anunciou a descoberta do Kepler-186f, que orbita a estrela anã vermelha Kepler-186, anteriormente considerado o planeta mais provavelmentente parecido com a Terra, mas um problema apareceu, como o Keplet-186f e sua estrela são muito longe, a estrela com pouco brilho, quase tudo fica como suposição e é difícil saber se ele é mesmo um primo da Terra, mas este novo, descoberto dia 23/07/2015 passado, parece ser bem mais promissor, agora é esperar para ver o que novos estudos nos trazem.

Nossa geração não poderá ver se esses exoplanetas são mesmo possibilidade para colonizarmos ou se já possuem vida, mas o conhecimento sobre eles e o nosso futuro vindo e vindo, quem sabe... :) Quem sabe meus tataranetos dos meus tataranetos não deem uma passadinha por em alguns deles :-D

A propósito, nosso artigo que comenta sobre o Kepler-186f --> Exoplaneta planeta semelhante à Terra e Possui Chances de Abrigar Vida


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Este Artigo foi copiado de Nasa encontra planeta similar à Terra em potencial zona habitável, publicado na quinta-feira, 23 de julho de 2015 no Site G1 - Ciência e Saúde.

sábado, 18 de julho de 2015

Jô Soares entrevista o jornalista Salvador Nogueira - Fala do Livro "Extraterrestres"


Jornalista é autor do livro “Extraterrestres”. Segundo ele, estamos muito próximos de descobrir se estamos sozinhos no Universo

Ao clicar na imagem, você irá para o site do Programa do Jô, onde poderá ver o vídeo

Comentários de Kapivara no SWTOR - "A vida trabalha em cima de duas coisas: 1 - São mutações aleatórias e 2 - Seleção natural" 

Ou seja, resposta evolutiva a problemas da existência do ser vivo, o que pode levar a coisas parecidas com o que já conhecemos, mas por conta da aleatoriedade, nunca iguais. Hahahaha, o que nos deixa cada vez mais distante da ideia dos ETs inteligentes sendo todos humanoides como "pregado" nos filmes de Star Wars ou de outras sequências de ficção científica consagradas.

Mas mesmo assim, ainda nos dá a chance de encontrar coisas parecidas e que reconheceremos ao vermos. Como o exemplo, dado na entrevista, que era a das asas que evoluíram de maneira diferente durante as eras de vida do nosso planeta, em seres totalmente diferentes, pois apesar das diferenças, o problema era o mesmo, que era encontrar a solução para voar, com isso nos dando desde os Pterodáctilos das eras dos Dinossauros até os nossos morcegos, aves e insetos de hoje em dia

quinta-feira, 16 de julho de 2015

NASA divulga fotos feitas pela passagem da sonda New Horizons por Plutão

Apesar da preocupação que lembramos em Sonda da NASA chega, como previsto, próximo a Plutão, a sonda conseguiu chegar sem problemas e mandou várias imagens do planeta anão Plutão.

A imagem de cima, feita esta semana antes da aproximação máxima entre a New Horizons e Plutão, mostra o planeta anão com uma área em destaque; a imagem de baixo, de alta resolução, mostra a área destacada em detalhes (Foto: Nasa TV/Divulgação)


Plutão foi por muito tempo um ponto turvo para os terráqueos, mas uma nave espacial da Nasa conseguiu fornecer nesta quarta-feira as primeiras imagens de alta resolução do distante planeta-anão após uma histórica missão de aproximação.

A sonda não tripulada New Horizons passou a maior parte de terça-feira tirando fotografias e recolhendo dados de Plutão, quando passou apenas a 12,430 quilômetros da superfície após uma viagem de nove anos e 5 bilhões de quilômetros.

Estas imagens, que incluem dados coloridos do planeta-anão e algumas de suas cinco luas, têm dez vezes mais detalhes do que se tinha até agora. Foi a principal transmissão de dados da missão até o momento. 

A foto principal desta matéria mostra montanhas jovens do planeta que têm até 3,5 mil metros na superfície gélida de Plutão. Elas se formaram há cerca de 100 milhões de anos, ainda jovens em relação à idade do sistema solar, que tem 4,56 bilhões de anos. Elas podem estar ainda em formação, segundo a equipe da Nasa. 

Isso porque há poucas crateras na imagem, embora a área retratada na foto, que corresponde a 1% da superfície do planeta, provavelmente tenha sido atingida por uma série de detritos espaciais durante bilhões de anos. Essa falta de crateras leva a crer que essa região sofreu mudanças recentes. 

— Esta é uma das superfícies mais jovens do sistema solar — informou Jeff Moore, do time de geologia, geofísica e imagem da missão New Horizons. 

Os cientistas da missão estão surpresos com a aparente falta de crateras da lua Caronte. Na parte inferior da imagem abaixo, o terreno é iluminado pelos raios oblíquos do sol, criando sombras que tornam mais fácil distinguir topografia. Mesmo assim, relativamente poucas crateras são visíveis, indicando uma superfície relativamente jovem que foi remodelada por atividade geológica, segundo os cientistas.

Na foto abaixo, está a lua Caronte:




O coração, visto na superfície do planeta em foto divulgada ontem, foi batizado de Tombaugh Regio, em homenagem a Clyde Tombaugh, astrônomo que descobriu Plutão em 1930.








Comentários do Kapivara no SWTOR: Em algumas reportagens diz que esse feito foi um dos mais importantes da agência, a NASA, mas sou menos comedido, digo que foi um dos maiores feitos da humanidade, pois, até agora, as imagens emitidas pela New Horizons de Plutão, são as imagens do corpo celeste mais longe que já conseguimos obter "in-loco". Nove anos de muito trabalho. Agora é ver o que conseguem de informações sobre Plutão, suas luas e do cinturão de Kuiper.

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Notícia copiada do original Nasa divulga primeiras imagens de Plutão em alta resolução, publicado em 15/07/2015, as 17h:33min no site ZH Planeta Ciência.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Sonda da NASA chega, como previsto, próximo a Plutão



Lançada em 2006, depois de mais de cinco bilhões (disse bilhões) de quilômetros, indo a mais de 49.300 km/h e levando nove anos de viagem, a sonda espacial da NASA chamada New Horizons (ou Novos Horizontes, no nosso velho e bom português) conseguiu chegar próximo ao nosso antigo 9º planeta do sistema solar e agora classificado, desde 2006, como planeta anão.

A New Horizons passou a apenas 12.430 km de Plutão, às 11h49min GMT (8h49min de Brasília) do dia 14/07/2015, explicou a Nasa.

Planeta anão porque não é o astro dominante da própria ordem, como cruza com a orbita de Saturno e este considerado planeta, por isso fez plutão perder status de planeta e ganhar a classificação de planeta anão.

O líder da missão espacial, Alan Stern, que mandou a New Horizons disse: “parece ficção científica, mas não é. As informações que já estamos recebendo são um presente para a espécie humana”

E tudo isso começou com o astrônomo norte-americano, de 24 anos, chamado Clyde Tombaugh, pois foi ele que descobriu a existência de Plutão. Na época foi considerado como o 9º planeta do sistema solar.

Depois da descoberta, nesses 85 anos, foram descoberto muito com o uso de telescópios daqui da Terra ou aqueles posicionados no espaço, mas mesmo assim, nada se compara ao que se consiguirá com uma sonda "raspando" o planetoide.

A sonda New Horizons passará a um pouco mais de 12 mil quilômetros da superfície plutaniada ( :) ) e conseguirá, com isso, transmitir imagens, em altíssima definição, o que dará aos cientistas a possibilidade de analisar e estudar a superfície, o relevo e até o tipo de atmosfera.

De quebra, ainda passará muito próximo da maior lua de Platão, a Caronte, passará por volta de 29 mil quilômetros de lá.

Com certeza é um presente para a humanidade, um feito desses, até agora o astro celeste mais longe a ser estudado com sonda.

Pena que nem tudo são flores, pois ainda existe a possibilidade, bem pequena, mas existe, da sonda está danificada por causa de choque com objetos do cinturão de asteroides de Kuiper (que vai da órbita de Neptuno (a 30 UA do Sol) até 50 UA do Sol), mas como dito pela própria NASA, a chance de terem tido problemas era de 1 em 10.000

Logo, aguardemos que já já aparecerão imagens e conclusões sobre a passagem da New Horizons pelo planeta anão Plutão.

Vamos que vamos, e como dizia em Star Trek: "Estaço, a fonteira final"



Alguns sites com notícias sobre esse grande feito:

1 - Sonda da Nasa chega perto de Plutão e vai revelar mistérios do planeta anão de 14/07/2015 as 05h57min

2 - 9 curiosidades sobre a chegada da primeira espaçonave a Plutão de 14/07/2015 as 08h02min

3 - Sonda New Horizons atinge ponto mais próximo de Plutão de 14/07/2015 as 09h43min

4 - Plutão continua sendo planeta-anão mesmo com New Horizons; entenda de 14/07/2015 as 13h46min

sábado, 20 de dezembro de 2014

A NASA encontra o que pode ser evidências de vida em Marte, o Planeta Vermelho

AFP/NASA/AFP - Ilustração divulgada pela Nasa mostra o cometa e o planeta Marte

O robô Curiosity, que explora crateras em Marte, pode ter descoberto evidências de vida no Planeta Vermelho. De acordo com informações do The Independent, a máquina teria encontrado concentrações consideráveis de gás metano no solo explorado. A quantidade não poderia ter sido transportada por cometas ou asteróides, afirma o diário britânico em sua versão online. 

A Nasa ainda explora as amostras obtidas pelo Curiosity para descobrir quais as origens do metano encontrado. Enquanto as respostas não são precisas e as expectativas são grandes, a possibilidade do gás ser originário de organismos vivos é fortemente considerada. Caso seja confirmada, a hipótese mostra que há formas de vida — mesmo que primitivas — em Marte. 

O Curiosity está na cratera em questão desde 2012, explorando o local desde então. Na última semana um comunicado da Nasa afirmando que uma montanha explorada no planeta poderia ser fruto da existência de um lago no local e isso movimentou a comunidade científica. Agora, com as informações sobre o metano, a agência espacial dos EUA parece cada vez mais próxima de responder aos questionamentos da humanidade sobre vida fora da Terra.


Comentários do Kapivara no SWTOR: Será que dessa vez vai ou só mais uma "alarme falso"? Em todo caso, uma notícia dessas nos enche de esperanças, pois só de pensar na remota chance de sermos os únicos num universo infinito desses é, no mínimo, desolador.

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Notícia adaptada do original Nasa encontra evidências de vida em Marte, publicado em 16/12/2014 no site Yahoo! Notícias.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

NASA descobre planeta do tamanho da Terra onde existe chance de haver vida



Através do telescópio espacial Kepler, a NASA já foi capaz de identificar alguns planetas possivelmente habitáveis. Mas eventualmente havia uma característica ou outra que poderia diminuir as chances de encontrarmos vida fora da Terra. Porém, 17 de abril de 2014 a agência espacial divulgou a notícia de que o telescópio encontrou um planeta muito semelhante à Terra.

A NASA revelou que o Kepler-186f é o primeiro planeta confirmado a ter o tamanho da Terra e estar localizado na zona habitável de outra estrela. Isso significa que o novo astro tem o tamanho ideal e a distância certa de seu sol para que ele possa apresentar características similares às de nosso planeta – ou seja, uma composição rochosa e água em estado líquido na superfície.
Um primo da Terra

Essa descoberta é resultado da análise de dados que foram coletados pelo Kepler entre março de 2009 e maio de 2013. Nesse período, os outros planetas descobertos eram muito grandes (o que seria um indício de sua composição gasosa) ou estavam perto ou longe demais da estrela mais próxima (o que dificultaria a existência de água na superfície).

Ainda, os planetas anteriormente encontrados em zonas habitáveis eram 40% maiores do que a Terra. Por outro lado, o Kepler-186f tem uma diferença de apenas 10% com o nosso planeta. Além disso, os cientistas já sabem que o astro leva 130 dias para completar a órbita em torno de sua estrela e recebe um terço a menos de luz do que a Terra.





Os pesquisadores também observaram que o Kepler-186f orbita uma estrela anã-vermelha, que é menor, mais fria e menos brilhante do que o sol. Ainda, sabe-se que o novo planeta – que, por causa das diferenças, está sendo considerado mais um primo do que um irmão gêmeo da Terra – está a 500 anos-luz de distância.
Novas investigações

“Estar na zona habitável não significa que o planeta é habitável. A temperatura no planeta depende muito do tipo de atmosfera que ele tem”, explica Thomas Barclay, pesquisador do Bay Area Environmental Research Institute.

Contudo, a atmosfera do Kepler-186f ainda é desconhecida. O telescópio espacial não possui tecnologia suficiente para detectar se as condições atmosféricas são ideais para a presença de água e para que as temperaturas sejam toleráveis para haver vida da maneira que conhecemos. Uma análise mais detalhada do astro será feita pelo telescópio espacial James Webb, que deve ser colocado em órbita em 2018.

“A revelação do Kepler-186f é um passo significante em direção à descoberta de outros planetas como a Terra. Futuras missões da NASA (...) descobrirão os exoplanetas rochosos mais próximos e determinarão sua composição e as condições atmosféricas, dando continuidade à busca da humanidade por outros mundos como a Terra”, comenta Paul Hertz, diretor da divisão de astrofísica da sede da NASA em Washigton.

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Notícia copiada do original NASA descobre planeta do tamanho da Terra onde existe chance de haver vida, publicado em 18/08/2014 no site MegaCurioso.

NASA anuncia descoberta de mais de 715 exoplanetas



E as descobertas de exoplanetas não param. Nesta última quarta-feira, dia 26 de fevereiro, a NASA revelou a descoberta de 715 novos planetas registrados fora de nosso sistema solar, elevando o número total de exoplanetas conhecidos para 1.700.

Os planetas foram encontrados orbitando em torno de 305 estrelas diferentes, formando múltiplos sistemas planetários com estruturas muito parecidas com a nossa, sendo que 95% deles são apenas quatro vezes maiores do que a Terra.

Mas, enquanto os tamanhos e sistemas dos novos planetas podem ser familiares, eles não são necessariamente como o nosso mundo. A NASA descobriu que apenas quatro deles orbitam dentro de zonas habitáveis ​​de seu sol.

Ainda assim, os pesquisadores estão animados para observar estas características semelhantes. "Esses novos planetas e sistemas solares parecem um pouco como o nosso, e isso prenuncia um grande futuro enquanto temos o Telescópio Espacial James Webb no espaço para descrever os novos mundos", afirmou John Grunsfeld, administrador da NASA, em um comunicado oficial.

Um desses novos planetas de zona habitável, chamado Kepler-296f, orbita uma estrela da metade do tamanho e 5% mais brilhante do que o nosso sol. O Kepler-296f é duas vezes o tamanho da Terra, mas os cientistas não sabem se o planeta é um mundo gasoso ou é um mundo de água cercado por um oceano profundo.

"A partir deste estudo, aprendemos que os planetas nestes multissistemas são pequenos e suas órbitas são planas e circulares, não com a visão clássica de um átomo. Quanto mais nós exploramos mais descobrimos traços familiares de nós mesmos entre as estrelas que fazem nos lembrar de casa", disse Jason Rowe, pesquisador do Instituto SETI em Mountain View, Califórnia, e um dos líderes da pesquisa.
Pesquisas

Os novos corpos celestes foram descobertos utilizando uma técnica estatística que apontou para sistemas que eram suscetíveis a conter vários planetas ao mesmo tempo. A partir daí, os pesquisadores do Centro de Pesquisa Ames, da NASA, analisaram as estrelas com mais de um planeta potencial, trabalhando com elas para verificar os 715 planetas anunciados nessa semana.

"Há quatro anos, a Kepler começou uma série de anúncios das primeiras centenas, depois milhares, de candidatos a planeta, mas eles eram apenas mundos candidatos", disse Jack Lissauer, um dos líderes da equipe de pesquisa da Ames. "Nós temos agora que desenvolver um processo para verificar esses vários candidatos e usá-lo para revelar uma verdadeira mina de ouro de novos mundos", completou Lissauer.

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Notícia copiada do original NASA anuncia descoberta de mais de 715 exoplanetas, publicado em 27/02/2014 no site MegaCurioso.

NASA descobre três planetas possivelmente habitáveis



O telescópio espacial Kepler trouxe notícias significativas para os cientistas da NASA: foram descobertos três planetas que podem sustentar vida fora do Sistema Solar. Dois deles estão localizados a mais de 1.200 anos-luz de distância da Terra, no Sistema Kepler-62. Já o outro se encontra no Sistema Kepler-69, a mais de 2.700 anos-luz de distância de nós.

Para se ter uma noção, um ano-luz corresponde ao equivalente de 9,5 trilhões de quilômetros percorridos pela luz em um ano no vácuo. Todos os três estão dentro dos limites da zona habitável de seus sóis para, possivelmente, sustentar algum tipo de vida – seja ela humana ou não.

De acordo com William Borucki, um dos cientistas-chefe da NASA, esses três planetas são as melhores opções já encontradas pelo telescópio, pois fornecem as condições essenciais para existência de vida: presença de atmosfera, abundância de água e temperaturas adequadas. 


Fonte da imagem: Reprodução/NASA

Os nomes desses candidatos são Kepler-62e, Kepler-62f e Kepler-69-c; todos bem maiores do que nosso pequeno planeta azul. Entretanto, não se sabe com exatidão se as superfícies desses planetas são sólidas ou não, se possuem uma composição rochosa ou somente líquida – fator que pode interferir no favorecimento de vida.

John Grunsfeld, um dos cientistas da NASA, disse que a descoberta desses planetas na zona habitável nos traz mais perto de encontrar um lugar igual à Terra. Ele também comentou que é uma questão de tempo até descobrirmos se o universo é um local cheio de planetas iguais ao nosso ou se a Terra é uma verdadeira raridade.

Essas informações foram captadas pelo telescópio Kepler entre 2009 e 2012, porém só neste ano os resultados foram disponibilizados ao público em geral.

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Notícia adaptada do original NASA descobre três planetas possivelmente habitáveis, publicado em 22/04/2013 no site MegaCurioso.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Astrofísico explica qual planeta do sistema solar é o mais inóspito e por quanto tempo sobreviveríamos em cada um deles



Explorar outros planetas e até viver em outro mundo são sonhos perseguidos pela humanidade, mas que, por enquanto, fazem parte apenas da ficção científica. Enquanto este desejo ainda está longe de ser realizado, astrofísico Neil deGrasse Tyson tratou de explicar porque a vida humana em outros planetas seria completamente impossível. Confira abaixo quando tempo sobreviveríamos em outros mundos, longe de nossa querida Terra:

Mercúrio
O planeta mais próximo do Sol é quente demais para nós em sua face voltada para o astro. O lado oposto, no entanto, não é tão ruim assim, porém, é impossível respirar no planeta. Desta maneira, o tempo de vida de um humano por ali seria de dois minutos.



Vênus


O planeta que recebeu o nome da deusa do amor e da beleza não oferece nenhum ambiente afável ou bonito para nós. Com temperatura aproximada de 500°C, é impossível pensar em vida como a nossa por ali.



Marte


Certamente é o primeiro planeta que vem à mente quando pensamos em uma “colonização” espacial. Apesar de frio, a temperatura não seria um problema tão grave já que sua atmosfera não é espessa como a da Terra. Contudo, ali é impossível respirar e, desta maneira, a sobrevida seria de, aproximadamente, 2 minutos.



Júpiter


A vida humana duraria menos de um segundo por conta da diferença de pressão. Este gigante gasoso é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro como em massa e é o quinto mais próximo do Sol. Caso alguém conseguisse descer por ali, ficaria preso em um tornado de gases e pedras.



Saturno


As condições extremamente hostis à vida humana que ocorrem em Júpiter podem ser aplicada a Saturno. O planeta gasoso possui uma grande diferença de pressão e nós duraríamos menos de 1 segundo.



Urano e Netuno
A vida humana seria impossível nestes dois planetas por conta das degradantes temperaturas. Urano possui a mais fria atmosfera planetária no Sistema Solar, com temperatura mínima–224 °C. Já Netuno, planeta mais afastado do Sol desde o “rebaixamento” de Plutão a planeta-anão, tem temperatura superficial média é de -218 °C.

NASA revela o rover que estará na missão Marte 2020


A NASA decidiu quais instrumentos que irão com o robô na missão Marte 2020. Ele será equipado com sete instrumentos científicos que foram selecionados entre 58 propostas apresentadas por pesquisadores de todo o mundo.

As escolhas foram baseadas de acordo com o potencial de como os seres humanos poderão sobreviver com recursos extraterrestres naturalmente disponíveis, e também na possibilidade de descobrir qualquer perigo vindo da poeira marciana para os futuros exploradores humanos que forem ao planeta vermelho.

Sete instrumentos que custam mais de US$ 100 milhões

Um dos instrumentos científicos é chamada “Mastcam-Z”, tratando-se de uma câmera com capacidades panorâmicas, estereoscópicas e de zoom. Outro, chamado de “SuperCam”, poderá analisar a composição mineral e química das rochas. O “Planetary Instrument for X-ray Lithochemistry (PIXL)” poderá determinar a composição elementar de minerais da superfície.

O robô da missão Marte 2020
O “Scanning Habitable Environments with Raman & Luminescence for Organics and Chemicals (SHERLOC)” usará raios ultravioleta para detectar compostos orgânicos, enquanto o “Mars Oxygen ISRU Experiment (MOXIE)” tentará produzir oxigênio a partir de dióxido do carbono presente em Marte.

Outra ferramenta, a “Mars Environmental Dynamics Analyzer (MEDA)” vai monitorar as condições ambientais do planeta, e, finalmente, o “Radar Imager for Mars' Subsurface Exploration (RIMFAX)” vai ser equipado com um radar de penetração de solo, que vai informar o que está abaixo da superfície do planeta.

"Marte tem os recursos suficientes para ajudar a dar suporte à vida, o que pode reduzir a quantidade de provisões que as missões tripuladas terão que levar", afirmou William Gerstenmaier, encarregado das emissões tripuladas da NASA.

Todos estes equipamentos vão custar US$ 130 milhões para serem No entanto, antes de a NASA iniciar a missão Marte 2020, a agência ainda precisará passar pela missão InSight, que vai explorar o interior de Marte em 2016.

Além disso, a agência ainda precisa encontrar uma maneira de manter a comunicação entre os planetas, se desejar que o novo robô seja capaz de transmitir dados de volta para a casa.


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Notícia adaptada do original NASA revela o rover que estará na missão Marte 2020, publicado em 01/08/2014 no site TecMundo.

domingo, 11 de maio de 2014

Nasa transmite imagens da Terra vista do espaço ao vivo


Você já teve curiosidade de ver como é a Terra em tempo real? Muitos provavelmente já, mas dificilmente uma transmissão era capaz de atender a esse desejo. Mas isso mudou, graças a uma iniciativa da Nasa, que instalou quatro câmeras na ISS (Estação Espacial Internacional), que transmite sua órbita em volta da terra com alta definição.

O projeto foi feito justamente para testar o funcionamento das câmeras e guiar a escolha de dispositivos comerciais com desempenho adequado para possíveis missões futuras.
As imagens são transmitidas em tempo real pelo site Ustream, que também conta com uma ferramenta de chat com outros espectadores.

Vale lembrar que a ISS dá uma volta na Terra a cada 90 minutos. Durante metade deste período, ela deve passar por territórios onde já é noite e não há iluminação. Por isso, não estranhe se você se deparar com uma imagem preta; volte mais tarde para imagens mais interessantes.



Live streaming video by Ustream

Via Folha de S. Paulo



Comentários de Kapivara no SWTOR: Pena que nem sempre as câmeras estarão transmitindo, pois existirá momentos de falha, mas isso faz parte da experiência da NASA que testa alguns tipos de câmeras comerciais e o comportamento delas no espaço. A experência já dura desde 30 de abril, então vamos aproveitar enquanto transmitem :D
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Tópico copiado de Nasa transmite imagens da Terra vista do espaço ao vivo do site Olhar Digital, publicado em em 07/05/2014 às 19h30min.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

NASA diante de um mistério. Robô Curiosity capta estranha luz em Marte


De onde vem este brilho no meio da escura paisagem marciana? A foto, obtida pelo rover Curiosity, da NASA, no dia 3 de abril, não possui efeitos especiais ou alterações digitais. Na realidade, a imagem da luz enigmática, detectada nas dunas de Marte, rapidamente se espalhou pela internet. Nas publicações especializadas em ufologia e mistérios espaciais, multiplicam-se as teorias sobre a origem do fenômeno.

No relato de Scott Waring, do site Diário de Avistamento Óvni, “uma fonte de luz artificial foi vista esta semana nesta foto da NASA, brilhando do solo... isto poderia indicar a existência de vida inteligente sob a superfície e a utilização de luz, como a nossa.”.

Entretanto, teorias mais cautelosas, como a de Justin Maki, do Laboratório de Propulsão a Jato, da NASA, dizem que “é bastante possível que a luz seja efeito do brilho da superfície de uma pedra refletindo o Sol... quando as imagens foram feitas, o Sol se encontrava na mesma direção do ponto brilhante e relativamente baixo no céu”.

Waring retrucou com uma imagem capturada pelo mesmo Curiosity um dia antes, 2 de abril, e salientou “não se trata de um brilho do Sol, ou erro do procedimento fotográfico: percebe-se com nitidez a parte inferior da luz, que tem uma superfície bastante plana, demonstrando que começa nesta superfície”.

Justin Maki também utilizou as imagens do arquivo para manter sua teoria, apontando para uma foto tomada pelo visor direito do rover, segundos depois da foto, onde se vê a luz (feita com o visor esquerdo) e não se vê nada de extraordinário.

As imagens estão à disposição dos interessados em tirar suas próprias conclusões. Mas, cada vez que a suspeita de vida em outro planeta for levantada, o debate será inevitável.





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Artigo copiado de  NASA diante de um mistério. Robô Curiosity capta estranha luz em Marte, publicado em 21/04/2014 no site The History Channel.

Artigo também publicado em [SWTOR] NASA diante de um mistério. Robô Curiosity capta estranha luz em Marte no Fórum CCVTeam, Seção SWTOR.

domingo, 20 de abril de 2014

Revista Ufo - Especial - Número 77, Ano XXX, Abril de 2014



O primeiro de muitos passos

Não está tão longe o dia em que a humanidade terrestre terá alcançado um estágio evolutivo tal que a permita viajar a outros mundos, seja para conhecimento ou exploração. E no caminho, certamente, o planeta que receberá as primeiras levas de seres humanos para habitá-lo será nosso vizinho Marte, ao mesmo tempo tão perto e tão inacessível. Talvez bem antes disso, mas com segurança não depois, o homem encontrará no Planeta Vermelho resto de uma civilização que lá floresceu muito antes de a nossa sequer começar. Pelo menos é isso que as observações e pesquisas de Marte indicam a décadas, embora as superpotências envolvidas em sua exploração não admitam. Isso é o que nos mostra nesta edição de UFO Especial o coeditor da revista UFO Marcos A. Petit, que na última pesquisou o mundo vizinho com obstinação. Eis aqui suas descobertas.

Informações Técnicas:
Título Original..................: Ufo Especial
Site Oficial.......................: www.ufo.com.br
País de Origem................: Brasil
Lançamento.....................: Abril de 2014
Edição.............................: 77
Ano.................................: XXX
Tamanho Médio...............: 54 MB em formato PDF HD, 11,1 MB em formato PDF, 22,9 MB em formato PPT (Apresentação do Microsoft PowerPoint 97-2003), 898 MB em formato RAR - Imagens em PNG HD e 85 MB em formato RAR - Imagens em JPG
Idioma...........................: Português



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Comentários do Kapivara no SWTOR: Revista que li, apesar do grande teor de "teoria da conspiração" sobre a existência de ETs nos visitando e, em especial, que vivem ou viveram no nosso vizinho, o planeta Marte, a leitura é muito gostosa e nos mostra um pouco do que andam estudando sobre o Planeta Vermelho e a possibilidade de, um dia, podermos colonizar esse planeta, que dentre todos do sistema solar, é o mais próximo do que temos no nosso planeta Terra . Quando conseguirmos vencer a distância que temos entre a Terra e Marte, com certeza, será o início, de fato, da exploração espacial feita por humanos  e assim ficaremos mais perto de um dia chegarmos a algo que tanto é mostrado em estórias ficcionais como a mostrada no Universo Star Wars. Vamos que vamos e boa leitura.


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https://drive.google.com/file/d/0Bxc306SVAHgUQ3dDUS0wN0pBbEk/edit?usp=sharing


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Tópico também publicado em [SWTOR] Revista Ufo - Especial - Número 77, Ano XXX, Abril de 2014 no Fórum CCV Team, Seção SWTOR.